| |
| Xilo & Cia - André de Miranda |
Xilogravura de André de Miranda

"O Louco" - xilo - 2002 - série auto-retrato
Escrito por André de Miranda às 10h30
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Xilogravura de André de Miranda

"O IDIOTA" - xilo - 2002
Escrito por André de Miranda às 08h28
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Museu da Gravura expõe sua coleção de obras de Lívio Abramo
"Macumba"
A coleção de gravuras de Lívio Abramo (1903-1992), pertencente ao acervo da Fundação Cultural de Curitiba, estará em exposição a partir desta quinta-feira (24) no Museu da Gravura – Solar do Barão. Estarão reunidas 50 obras representativas de todas as fases da vida artística de Lívio Abramo, um dos mais renomados mestres da gravura brasileira. A mostra integra a programação de aniversário dos 312 anos de Curitiba. Parte das obras que compõem a exposição foram doadas pelo próprio artista, enquanto outras integram um conjunto doado pela Shell em 1991. Lívio Abramo participou das primeiras edições da Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, realizadas pela Fundação Cultural de 1978 a 2000, e foi referência para muitos artistas curitibanos. Como marco do seu relacionamento com a arte paranaense, a exposição apresenta um retrato de Lívio Abramo feito por seu amigo Poty Lazzarotto. Entre os destaques da exposição, montada sob a curadoria de Nilza Procopiak, está a série “Macumba”, tida pelos críticos como uma das mais importantes de sua produção. Para o crítico Mário Pedrosa, nesta série, “sua arte alcança um equilíbrio plástico mais alto e, ao mesmo tempo, mais sóbrio e mais rico. “As suas figuras de macumba tomam uma verticalidade gótica, um vigor plástico que nunca tiveram na arte brasileira. São despojadas de qualquer pormenor anedótico e de qualquer primitivismo exótico, para só ficar delas um ritual de ordem tão hierática, tão plástica, que se eleva à universidade de uma nobre cerimônia religiosa da alta antigüidade”.
Gravuras de Lívio Abramo Museu da Gravura – Centro Cultural Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti, 533) - Curitiba - PR De 24.03 a 19.06.
De 3ª a 6ª das 9h às 18h; sábados e domingos, das 12h às 18h. Entrada franca.
Escrito por André de Miranda às 07h21
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Livro "A História Mágica dos Desenhos de Poty" - de Sônia Gutierrez. - O livro foi co-produzido pelo Museu Oscar Niemeyer - apoio do Governo do Paraná, em parceria com a Fundação Poty Lazzarotto.

Vinte desenhos originais e alguns cadernos de rascunhos do artista paranaense Poty Lazzarotto estão expostos no espaço da Ação Educativa do Museu. A pequena mostra foi aberta no último dia 29, em comemoração ao aniversário do artista, que completaria 81 anos, e aos 312 anos de Curitiba. A mostra, que poderá ser visitada pelo público até o próximo dia 10, é uma atividade complementar ao lançamento do livro A História Mágica dos Desenhos de Poty, de Sônia Gutierrez, em homenagem a Poty e a Curitiba.
O livro
O livro conta a história do menino Napoleon Potyguara Lazzarotto, que construiu e recriou em traços o universo que lia, via e ouvia. Por meio dele, o leitor poderá observar que os traços ingênuos de Poty, aos 7 anos, a ensaiar desenhos de sol, aviões, animais e trens. Elementos que povoaram as histórias infantis do artista. Ilustradas também por heróis imaginários, em recriações dos livros e gibis que o artista apreciava ler.
Era para Poty a década de 20, época do cinema mudo, em que, mais do que saber ler, era preciso imaginar. Época em que tudo era novo, em que tudo estava por ser criado. Assim, narrando suas histórias em desenhos, o menino Poty passou pelos 12, 15, 20 anos e, como ele, seus traços foram adquirindo maturidade e complexidade.
Aos 22 anos, entre 1946 e 1947, Poty teve o talento reconhecido ao receber uma bolsa para se aperfeiçoar em Paris. Desde então, realizou dezenas de exposições, cursos e, em 1950, organizou o primeiro curso de gravura no Museu de Arte de São Paulo (Masp). Seus desenhos, grande parte em murais, ganharam os espaços públicos de algumas grandes cidades, como Rio de Janeiro, São Paulo e, em especial, Curitiba, além de outras do Paraná. Nesse juntar de pequenos pedaços de cerâmica, Poty coloriu e recriou pedaços da história cotidiana desses lugares.
Reconhecido como artista, Poty tornou-se, em sua época, um dos ilustradores mais solicitados pelos editores do País. Seus trabalhos ganharam as capas e páginas de livros. Obras de importantes autores brasileiros, como Graciliano Ramos, Jorge Amado, Dalton Trevisan, Gilberto Freire, Raquel de Queiróz e Machado de Assis, foram enriquecidas com ilustrações do curitibano. O conjunto das ilustrações para o livro Sagarana, de Guimarães Rosa, rendeu a Poty o primeiro prêmio no setor livros da X Bienal de São Paulo.

Escrito por André de Miranda às 13h14
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Desenho de André de Miranda

"O Vento" - Três Lagoas - MS - 1993
Escrito por André de Miranda às 12h43
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Xilogravura de André de Miranda

série Xilocidades
Escrito por André de Miranda às 12h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ ver mensagens anteriores ]
|